empreendedorismo

Boas ideias para você abrir seu negócio no setor de beleza

7.8.09

Fonte: PEGN/Jan/2009
Por: Redação PEGN
Investimento inicial: R$ 60.000
Equipamentos e instalações: R$ 50.000 (adaptação e decoração do espaço, vitrines, prateleiras, balcões, computador com internet, telefone, estoque para dois meses)
Capital de giro: R$ 10.000
Faturamento médio mensal: R$ 30.000
Funcionários: 3 (o dono e 2 vendedores)
Prazo de retorno: 24 meses
O Brasil é o terceiro mercado consumidor de produtos de higiene e beleza do mundo, atrás dos Estados Unidos e do Japão. O setor registrou em 2008 um volume de vendas de R$ 21,2 bilhões, 10,9% a mais que em 2007, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. O segredo para se conquistar um espaço nesse universo, na visão dos especialistas, está em atuar em nichos. “Quanto mais segmentado for o negócio, maior será a chance de driblar a concorrência dos supermercados e das grandes redes de farmácia”, afirma Francisco Caravante Júnior, da Consult Cosmética e Farmacêutica, consultoria especializada na área.

Foi o que fez a empresária Vivian Neuls, que em 2004 abriu a primeira loja de produtos para banho de Porto Alegre, a Estação do Banho. “A cidade não tinha nada parecido e a aceitação foi muito boa”, afirma. A loja trabalha com 15 marcas nacionais e estrangeiras, num mix de 1.800 produtos. “Um dos grandes erros de quem inicia o negócio é se deixar seduzir pelo apelo dos cosméticos. Você quer comprar tudo de todas as marcas, abarrota o estoque e depois é obrigado a queimá-lo em grandes promoções, porque o prazo de validade está se esgotando”, diz.

A Estação do Banho atende em média 20 clientes por dia, número que triplica em datas comemorativas como o Natal. Para atrair a clientela, oferece produtos não encontrados nas grandes redes, equilibra marcas de prestígio com outras de apelo natural, distribui amostras e faz promoções constantes. “As compras por impulso pesam muito, daí a importância de o ambiente da loja despertar o lado emocional do consumidor”, afirma Vivian. Com esse objetivo, ela trabalha cores e fragrâncias de acordo com a estação do ano — cítricas no verão, mais secas no inverno — e mantém uma pia logo à entrada para que a clientela teste os produtos.

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